Esta é a nossa jornada de Warhammer

Esta é a nossa jornada de Warhammer

Author: Desbotamento sem preocupação

(已有起点完结精品,放心阅读) Esta é uma era de escuridão e desespero. No quadragésimo primeiro milênio das trevas, o Deus-Imperador há muito abandonou o mundo dos mortais, e os filhos divinos não mais caminham entre os homens. O futuro da humanidade restringe-se apenas a uma escuridão e guerra sem fim, e o destino da raça humana parece fadado a apodrecer lentamente dentro daquele império obeso e enrijecido. Até que as almas de outro mundo chegaram. — Rapazes, tenho uma boa notícia e uma má notícia. Qual vocês querem ouvir primeiro? — A boa notícia. — A boa notícia é que nós atravessamos. Esta é uma era interestelar vasta, e somos super-humanos com dois corações e três pulmões, de status elevado. Aparentemente, ainda veio incluso um bônus muito WAAAGH! — Fantástico! Isso não é exatamente o tratamento de protagonista de uma fanfic isekai? Já estou ansioso para aproveitar a vida neste outro mundo. Se possível, dá para trazer meus pais para cá? Ah, e qual é a má notícia? — A má notícia é que, no nosso mundo, este lugar se chama Warhammer 40.000. — ... Quê? Eles pensaram com calma e partiram para explorar este mundo estranho. Adaptaram-se onde podiam, pois a realidade não lhes deixava mais escolhas. Choraram como grots pisados nos dedos do pé, mas ainda assim reuniram coragem e avançaram com bravura. No quadragésimo primeiro milênio das trevas, a humanidade mais uma vez recebeu uma oportunidade de renascimento. E desta vez, será que a humanidade conseguirá agarrá-la? — Que a guerra comece! Dos céus de Terra, até os confins da galáxia. Que o mar de estrelas ferva. Que as estrelas fechem os olhos. Que testemunhemos mais uma vez a galáxia ser libertada. Libertada pela humanidade.

Esta é a nossa jornada de Warhammer

109K Words Palavras
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300Chapters Capítulo

Chapter One: Transcending Worlds, Yet It's Warhammer

Arthur had crossed over.

A moment ago, in his memories, he had just bid farewell to his friends who were still toiling for the Emperor in the forty-first millennium, ready to begin his daily writing routine. Then, in a haze, he lost consciousness.

When he awoke, he found himself in this chamber forged of steel.

As he looked up, his eyes fell upon a resplendent golden double-headed eagle emblazoned on the iron wall. Incense and candlelight lent the room a gentle warmth, dispelling the oppressive rot that lingered in the air.

But Arthur’s heart had already turned cold.

“Is this a dream?”

Clang—

Iron boots struck the ground, echoing through the chamber. Arthur strode past a burning brazier, and his towering figure was reflected on the polished, mirror-like walls.

He was encased head to toe in obsidian armor.

A gray robe draped over his shoulders, and through its folds, glimpses of ornate, elegant patterns could be seen etched upon the armor. The shoulder plates—adorned with skulls and holy icons—bore a barely discernible winged sword insignia.

He looked down thoughtfully, and beside the bed from which he had risen, nestled in a basin of oil as clear as crystal, lay a sword and shield.

The sword’s blade gleamed cold and sharp—even Arthur, a layman, couldn’t help but admire the exquisite craftsmanship. Upon the shield, two crossed swords quartered the surface; at the top was a golden Imperial Aquila, while the remaining sections were occupied by two gray-robed figures.

These were relics that belonged not

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